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Quinta-feira, 05 de Março 2026

Economia & Mercado

Carnaval movimenta bilhões e acelera uso de inteligência artificial conversacional no varejo brasileiro

Supermercados, farmácias e varejo fashion lideram a demanda por respostas rápidas e Whatsapp se torna um dos principais pontos de contato com o cliente

Correio Regional São Paulo
Por Correio Regional São Paulo
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Carnaval movimenta bilhões e acelera uso de inteligência artificial conversacional no varejo brasileiro
Foto: Canva
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O Carnaval brasileiro deixou de ser apenas um fenômeno cultural para se afirmar como uma das datas mais estratégicas do calendário do varejo. Em poucos dias, mercados, farmácias e lojas de moda operam sob um nível de pressão comparável ao de grandes datas comerciais, como Black Friday e Natal. O consumo acelera, o fluxo de clientes aumenta e as decisões de compra se tornam mais imediatas, e é nesse cenário que uma nova geração de agentes de inteligência artificial conversacional começa a redefinir a forma como consumidores e varejistas se conectam.

Segundo estimativas da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e do Ministério do Turismo, o Carnaval de 2026 deve impulsionar fortemente a atividade turística no Brasil, com previsão de faturamento de R$ 18,6 bilhões apenas no mês de fevereiro - crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo estimativas da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Caso a projeção se confirme, será o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 2011, com base em dados do IBGE.

No varejo, dados do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) mostram que, durante o período carnavalesco de 2025, o faturamento cresceu 13,1%, com destaque para supermercados e hipermercados, que avançaram mais de 25%, refletindo o consumo imediato e a preparação para festas, viagens e encontros sociais.

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Mas não é apenas o volume que cresce, o número de interações explode. O consumidor pesquisa, pergunta, compara e decide em um intervalo de tempo muito curto. E é justamente aí que o conhecido aplicativo de comunicação instantânea ganha protagonismo. “O Carnaval é uma data em que o varejo não disputa só preço ou produto, disputa atenção e tempo de resposta”, afirma Viviane Campos, líder de Vendas da Connectly. “Quando o consumidor está prestes a sair de casa para um bloco, festa ou organizar algo de última hora, ele não navega por jornadas longas. Ele manda uma mensagem, espera uma resposta rápida e decide”.

WhatsApp como canal decisivo no Carnaval

O papel do WhatsApp se intensifica em datas sazonais como o Carnaval. Pesquisas mostram que 30% dos consumidores esperam resposta em até cinco minutos (mLabs) e que mais de 80% dos brasileiros já compraram pelo WhatsApp, segundo dados de mercado, e datas sazonais intensificam ainda mais esse comportamento. Durante o Carnaval, o app assume múltiplos papéis ao mesmo tempo: vitrine, balcão de atendimento, provador, consultor e caixa. É nele que o consumidor pergunta se o produto ainda está disponível, se chega a tempo, se combina com a ocasião ou se há uma alternativa mais rápida.

Agentes de IA capazes de entender a intenção, recomendar produtos, montar carrinhos e resolver dúvidas em linguagem natural permitem que marcas operem em escala sem perder personalização. Tudo isso dentro do WhatsApp, onde a conversa já acontece naturalmente. “O Carnaval é curto, intenso e imprevisível. Não existe margem para jornadas longas ou experiências travadas”, explica Viviane. “A inteligência artificial ajuda as marcas a absorver esse pico de demanda, manter a qualidade da experiência e transformar conversa em venda”.

Mercados, farmácias e moda: quem se antecipa, converte mais

No varejo alimentar, a IA conversacional facilita desde listas de compras até recomendações inteligentes baseadas em ocasiões de consumo. Em farmácias, acelera o atendimento, esclarece dúvidas e orienta o cliente sem atrito. Já no varejo fashion, a tecnologia atua como uma espécie de consultor digital, sugerindo produtos, combinações e alternativas em tempo real, algo essencial em uma data movida por estética e urgência.

Mais do que uma data sazonal, o Carnaval funciona como um retrato antecipado do varejo do futuro: imediato, conversacional e orientado por dados. Marcas que investem em tecnologia conseguem não apenas vender mais, mas aprender com o comportamento do consumidor em tempo real, ajustando ofertas, estoques e comunicação. “O varejo que performa bem no Carnaval geralmente está preparado para o resto do ano”, conclui a executiva.

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FONTE/CRÉDITOS: Por Redação
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