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Quinta-feira, 11 de Junho 2026

Economia & Mercado

69% quer a camisa da seleção, mas 58% reservou até R$ 500 para gastar na Copa inteira

Pesquisa com mais de 3 mil participantes mostra que o desejo pelo maior símbolo da Copa convive com orçamento apertado - e que 48% ainda não sabe como vai pagar os gastos do período

Correio Regional São Paulo
Por Correio Regional São Paulo
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69% quer a camisa da seleção, mas 58% reservou até R$ 500 para gastar na Copa inteira
Foto: Freepik
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Com a Copa do Mundo de 2026 começando daqui a pouco (literalmente), a camisa da seleção brasileira já desponta como o objeto de desejo do torcedor-consumidor: 69% dos participantes de uma pesquisa da fintech meutudo afirmam que pretendem comprar ou avaliariam comprar a camisa oficial se o preço couber no orçamento. O problema é que o orçamento, para a maioria, é de até R$ 500 para tudo.

O levantamento, realizado em maio de 2026 com 3.510 participantes nos artigos do blog da empresa, revela um retrato de interesse real, mas condicionado ao bolso - e com muita indecisão ainda por resolver.

A camisa lidera o desejo, mas o teto de preço é baixo

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Entre todos os produtos e experiências da Copa, a camisa oficial da seleção é a que mais concentra intenção de compra. Dos 69% com interesse positivo ou condicional, 41% afirmam que já decidiram comprar e outros 28% comprariam se o preço fosse compatível com o que têm disponível.

O entusiasmo, porém, esbarra no valor: apenas 13% dos respondentes está disposto a gastar mais de R$ 400 em roupas e acessórios da Copa. 

A faixa mais comum é até R$ 150, citada por 31%. Considerando que a camisa oficial da CBF costuma ultrapassar R$ 300, a conta não fecha para a maioria, o que explica o alto percentual de interesse condicional.

58% planejam gastar até R$ 500 com toda a Copa e 79% é sensível a preço

O orçamento total para o período dos jogos confirma a cautela: 58% dos participantes planejam gastar até R$ 500 com tudo, alimentação, vestuário, álbum de figurinhas e experiências. Apenas 8% afirma que o preço não é um fator limitante.

A sensibilidade ao preço aparece de forma ainda mais direta quando perguntados sobre como reagem diante de um produto caro: 44% desistem da compra e 35% buscam alternativas mais baratas. 

Somados, 79% tomam alguma ação para evitar gastar mais do que consideram adequado, um sinal de que promoções e condições de pagamento vão pesar muito nas decisões de consumo durante a Copa.

48% ainda não sabe como vai pagar  e só 12% planeja parcelar

Mesmo entre quem pretende gastar durante a Copa, a forma de pagamento ainda é uma incógnita: 48% dos participantes afirmam não saber como vão quitar os gastos do período. Entre os que já decidiram, Pix e débito lideram com 32%, ou seja, pagamento à vista. Apenas 12% planeja parcelar no cartão de crédito.

A indecisão de quase metade do público indica que boa parte das compras ainda está em aberto. A decisão final tende a acontecer próxima ao evento, quando promoções, condições de parcelamento e disponibilidade de renda vão determinar quem de fato coloca a camisa.

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FONTE/CRÉDITOS: Por Redação
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