A Associação Avenida Henry Ford, entidade empresarial representativa de indústrias e empresas da Mooca (bairro-sede do Correio) e região, se tornou na última quarta (25) a primeira entidade de governança econômica urbana a integrar o Conselho Consultivo de Entidades de Classe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Representou a Associação no colegiado o presidente executivo, Anderson Festa, que recebeu um pin de boas-vindas do presidente da ACSP, Roberto Mateus Ordine.
Com a nomeação, a entidade se consolida como uma das vozes da governança econômica urbana no debate institucional sobre desenvolvimento, infraestrutura e ambiente de negócios. O colegiado reúne algumas das mais relevantes lideranças empresariais e de organizações representativas de importantes setores da economia brasileira, como a Associação Paulista de Supermercados (APAS), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomercio), entre outras.
O Conselho Consultivo da ACSP atua como fórum qualificado para a formulação de propostas e o diálogo sobre temas estruturais que impactam o ambiente econômico, as cidades e as relações comerciais do país.
Na perspectiva de entidade de governança econômica urbana, a Associação Henry Ford está ancorada no fortalecimento da interlocução entre iniciativa privada e poder público, com foco na construção de soluções para desafios urbanos e na formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico. “A participação da nossa entidade no conselho da ACSP reforça a relevância das empresas da Mooca no contexto econômico da cidade de São Paulo e do país”, diz Anderson Festa, que chegou a ser superintendente da Distrital Mooca da mesma Associação Comercial de São Paulo.
Pátio de manobras
A entrada da entidade no Conselho da ACSP ocorre após sua atuação destacada na mobilização empresarial em torno do projeto do pátio de manobras da Linha 16-Violeta do Metrô. Em 2025, a Associação liderou o movimento que reuniu empresas, trabalhadores, entidades e comunidade local na defesa de alternativas ao projeto, diante dos impactos potenciais sobre a atividade industrial da região.
A iniciativa consolidou a Associação Henry Ford como interlocutora qualificada no debate urbano, especialmente na defesa da preservação da atividade produtiva, dos empregos e do equilíbrio entre desenvolvimento urbano e econômico. O movimento teve apoio institucional da ACSP, formalizado por seu presidente, Roberto Ordine.
“Entidades empresariais têm papel fundamental na construção de políticas públicas mais eficientes e alinhadas à realidade econômica. Defendemos a livre iniciativa como base para a geração de emprego, renda e dinamismo econômico”, destaca Festa.
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