A Loja Colaborativa Movimento Rosalina chega a Campinas como a primeira loja colaborativa de mulheres negras da cidade, criada para valorizar, visibilizar e fortalecer o empreendedorismo feminino negro local.
O espaço reúne empreendedoras de diferentes segmentos — moda, beleza, artesanato e bem-estar — em um ambiente acolhedor, criativo e representativo. A diretora do Movimento Rosalina, Mariana Nunes, afirma que a proposta é além da venda. “Mais do que um ponto de venda, a loja é um espaço de transformação social e econômica, promovendo a circulação de renda entre mulheres negras e impulsionando negócios com propósito e identidade”, afirma.
A loja funciona em formato rotativo: a cada 6 meses, novas empreendedoras da Rede Rosalina ocuparão o espaço, permitindo que mais mulheres tenham acesso à vitrine colaborativa e ampliem o alcance de seus produtos e marcas.
A inauguração foi no sábado (08) de novembro. O imóvel, locado pelo Movimento Rosalina no Centro de Campinas, vai fomentar o empreendedorismo negro feminino e a economia colaborativa por meio de um espaço permanente de exposição, comercialização e valorização da produção criativa de mulheres negras da região. A loja abre de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados quinzenalmente.
Uma loja colaborativa é um modelo de negócio onde diversos empreendedores compartilham um mesmo espaço físico para expor e vender seus produtos, dividindo custos como aluguel e despesas operacionais. Esse conceito permite que microempreendedores e artesãos tenham uma loja física com baixo investimento, enquanto consumidores encontram uma variedade de produtos únicos em um só lugar.
Sobre o movimento Rosalina
O Movimento Rosalina, nasceu em 2021 em Campinas, na Região Metropolitana de Campinas e atua para minimizar a vulnerabilidade social, desigualdade de gênero, promovendo através de oficinas, workshops, capacitação e acolhimento, o empoderamento econômico, equidade de gênero, diversidade, fortalecendo mulheres pretas e periféricas em seus empreendimentos. Atualmente, o Movimento tem na coordenação mulheres provenientes de várias áreas como educação, psicologia, finanças, comunicação estratégica, mídias sociais, projetos e captação de recursos.
Empreendedoras da 1ª fase
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Cláudia Cristina, afroempreendedora e CEO da Ouros da Terra, marca de biojoias em capim dourado, palha de buriti, pedras naturais e cristais, além de bolsas com tecidos africanos que celebram a ancestralidade, identidade e beleza sustentável.
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Helena Moda Afro traz criações autorais que transforma tecidos africanos em símbolos de identidade, resistência e beleza.
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A Bonita Lingeries é uma marca criada por Dany Souza que trabalha com curadoria e venda de lingeries que valorizam corpos reais — do 40 ao 54 — oferecendo conforto, elegância e autenticidade em cada escolha.
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Patrícia Faria chega com a AfroCrochê, marca cheia de personalidade que encanta e conta histórias africanas.
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Luzia de Campos - a Lu Campos chega com velas aromáticas, sabonetes em barra e líquidos, sais de banho, líquido passa tecido.
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Thaís Tardelli decidiu empreender quando se tornou mãe de Aya. É representante oficial LP Semi Joias traz uma proposta de semijoias únicas e hipoalergênicas.
- Shikoba's Bijoux - Roupas e acessórios afro contemporâneos traz a proposta de trazer em cada peça a força da ancestralidade
Serviço:
Loja Colaborativa Movimento Rosalina
Endereço: Rua Saldanha Marinho, 909 – Centro
Instagram: @movimentorosalina
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