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Sábado, 31 de Janeiro 2026

Economia & Mercado

Mercado imobiliário inicia 2026 com novas regras de financiamento e dilema da classe média

Ampliação do crédito habitacional reacende interesse do comprador, mas cenário econômico e político ainda influencia decisões de longo prazo

Correio Regional São Paulo
Por Correio Regional São Paulo
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Mercado imobiliário inicia 2026 com novas regras de financiamento e dilema da classe média
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O mercado imobiliário brasileiro começou 2026 diante de uma reconfiguração relevante nas regras de financiamento habitacional, com mudanças que buscam ampliar o acesso ao crédito, especialmente para a classe média. Medidas como a liberação de parte do compulsório da poupança, a elevação do teto do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) para R$ 2,25 milhões e a criação da faixa 4 do programa Minha Casa, Minha Vida sinalizam um esforço para resgatar um público que vinha enfrentando restrições severas de crédito nos últimos anos.

Na prática, os primeiros reflexos já começam a aparecer. Bancos privados passaram a responder, ainda que de forma gradual, com reduções nas taxas de financiamento imobiliário, indicando que o novo arcabouço de captação de recursos começa a produzir efeitos no setor.

Apesar do avanço regulatório, o cenário ainda carrega incertezas que não cabem nas planilhas. A taxa Selic dá sinais de ter atingido seu teto, e a tendência natural dos ciclos de política monetária é de flexibilização, especialmente em um contexto pré-eleitoral. Esse mesmo calendário político, no entanto, pode levar parte dos compradores a adiar decisões importantes.

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A expectativa para 2027 é de um ambiente mais previsível, tanto do ponto de vista institucional, com a definição do próximo governo, quanto econômico, com a possibilidade de uma queda mais consistente dos juros. Diante disso, muitos consumidores avaliam se vale a pena antecipar a compra do imóvel em 2026 ou aguardar um cenário considerado mais seguro antes de assumir um compromisso financeiro de longo prazo.

O comprador de classe média é, historicamente, um consumidor cauteloso, que planeja, compara e espera. O momento atual oferece mais crédito, mas ainda exige confiança no horizonte econômico”, analisa o especialista em mercado imobiliário Daniel Claudino. Para o setor imobiliário, o desafio será justamente converter as novas condições de financiamento em decisões concretas de compra.

Enquanto isso, 2026 se apresenta como um ano de transição, no qual oportunidade e prudência caminham lado a lado no radar da classe média brasileira.

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FONTE/CRÉDITOS: Por Redação
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